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Allan Jonathan

Allan Jonathan
"Agradeço o Senhor meu DEUS por Me Fazer Sorrir.. Agradeço Pelo Brilhos dos meus Olhos... Agradeço DEUS Pelo Seu Sorriso estampado em meu rosto... Por Me Fazer Acreditar Que Sou Capaz! Por Me Fazer Acreditar Que Existem Pessoas e Pessoas... Agradeço por passar sorrindo cada preconceito , humilhação , descriminação e pelos desafio das lutas. Agradeço por colocar em minha vida pessoas boas de coração. Agradeço por ter a minha família que me faz acreditar num mundo maravilhoso. Obrigado... Simplesmente Obrigado...E muito obrigado por eu ser ESPECIAL, Que Deus nos Abençoe Sempre..."

Ouça musica, dance e seja feliz

domingo, 12 de junho de 2011

Pessoa com deficiência e não portador de deficiência

Deficiência
 é o termo usado para definir a ausência ou a disfunção de uma estrutura psíquica, fisiológica ou anatômica. Diz respeito à biologia da pessoa. Este conceito foi definido pela Organização Mundial de Saúde. Não se usa mas o termo portador de deficiência e sim a expressão. 
 Pessoa com deficiência pode ser aplicada referindo-se a qualquer pessoa que possua uma deficiência. Contudo, há que se observar que em contextos legais ela é utilizada de uma forma mais restrita e refere-se a pessoas que estão sob o amparo de uma determinada legislação.
O termo deficiente para denominar pessoas com deficiência tem sido considerado por algumas ONGs e cientistas sociais inadequado, pois o termo leva consigo uma carga negativa depreciativa da pessoa, fato que foi ao longo dos anos se tornando cada vez mais rejeitado pelos especialistas da área e em especial pelos próprios portadores. Muitos, entretanto, consideram que essa tendência politicamente correta tende a levar os portadores a uma negação de sua própria situação e a sociedade ao não respeito da diferença. Atualmente a palavra é considerada como inapropriada, e pode promover, segundo muitos estudiosos, o preconceito em detrimento do respeito ao valor integral da pessoa.
A pessoa com deficiência geralmente precisa de atendimento especializado, seja para fins terapêuticos, como fisioterapia ou estimulação motora, seja para que possa aprender a lidar com a deficiência e a desenvolver as potencialidades. A Educação especial tem sido uma das áreas que tem desenvolvido estudos científicos para melhor atender estas pessoas, no entanto, a educação regular passou a se ocupar também do atendimento de pessoas com necessidades educativas especiais, o que inclui pessoas com deficiência além das necessidades comportamentais, emocionais ou sociais.
Desde a Declaração de Salamanca, surgiu o termo necessidades educativas especiais, que veio a substituir o termo criança especial, anteriormente utilizado em educação para designar a criança com deficiência. Porém, este novo termo não refere-se apenas à pessoa com deficiência, pois engloba toda e qualquer necessidade considerada atípica e que demande algum tipo de abordagem específica por parte das instituições, seja de ordem comportamental, seja social, física, emocional ou familiar.

A diferencia de deficiente intelectual(mental). Para doença mental.

O QUE DEFICIENTE INTELECTUAL (mental)?

Deficiência mental não é doença mental, muitos confundem e não sabem a diferença entre deficiente intelectual e doença mental que vem a ser.Deficiência intelectual (mental). O retardo mental refere-se ao funcionamento intelectual. Ao prejuízo na adaptação social. Está presente no nascimento ou ocorrer durante o período de desenvolvimento, em algum grau de deficiência intelectual pode vir a ser permanente. Uma pessoa com retardo mental pode se comportar racionalmente o seu nível funcional dela. Uma pessoa pessoa com deficiência mental é uma pessoa é enquanto for criança, têm que ser tratada como criança. E na sua idade de adolescente ou adulto, têm que se tratada como tal.trate a pessoa com deficiência intelectual de maneira normal e respeitosa. As pessoas com deficiência intelectual são, em geral, bem dispostas, carinhosas e gostam de se comunicar. Gostam de atenção, e dar atenção, de serem elogiadas, de conversar bons assuntos do dia a dia, adoram mostra suas tarefas gostam de fazer novas amizades. A família e os amigos têm que evitar a super proteção. A pessoa com deficiência intelectual deve fazer sozinha tudo o que puder, ajude-a quando realmente for necessário. Jamais “usar a expressão “doente(a)” ou coitadinha(a)” quando for se dirigir ou se referir a uma pessoa com deficiência intelectual.

Doença mental

As doenças mentais são condições clínicas que perturbam o pensamento de uma pessoa, sentimento, humor, capacidade de se relacionar com os outros, e o funcionamento diário. A doença mental não tem nada a ver com inteligência. Doenças mentais graves incluem depressão, esquizofrenia. Transtorno bipolar, transtorno obsessivo compulsivo, transtorno do pânico, transtorno de estresse pós-traumático. Uma pessoa com uma doença mental pode ser muito competente socialmente, mas pode ter um distúrbio de caráter, e variações súbitas. Os transtornos mentais são comuns na população. As doenças mentais podem afetar pessoas de qualquer idade, raça, religião, ou de renda. As doenças mentais não são o resultado de fraqueza pessoal, falta de caráter ou educação deficiente. As doenças mentais são tratáveis. A maioria das pessoas diagnosticadas com uma doença mental grave pode experimentar alívio dos sintomas e administrar os sintomas, participando ativamente de um plano de tratamento individual. Uma pessoa com doença mental pode oscilar entre um comportamento normal e irracional. A doença mental abrange uma grande variedade de sintomas que podem indicar que alguém está com problemas emocionais, tais como: agressividade, mau humor excessivo, desconfiança e suspeita, ou o controle emocional.

atraso no neuropsicomotor seu filho(a) é capaz de viver bem com essa deficiência

allan jonathan

CAUSAS E FATORES DE RISCO
São inúmeras as causas e os fatores de risco que podem levar à instalação da deficiência mental.É importante ressaltar entretanto, que muitas vezes, mesmo utilizando sofisticados recursos diagnósticos, não se chega a definir com clareza a etiologia (causa) da deficiência mental.
A. Fatores de Risco e Causas Pré Natais: são aqueles que vão incidir desde a concepção até o início do trabalho de parto, e podem ser:
desnutrição materna;
má assistência à gestante;
doenças infecciosas: sífilis, rubéola, toxoplasmose;
tóxicos: alcoolismo, consumo de drogas, efeitos colaterais de medicamentos (medicamentos teratogênicos), poluição ambiental, tabagismo;
genéticos: alterações cromossômicas (numéricas ou estruturais), ex. : Síndrome de Down, Síndrome de Matin Bell; alterações gênicas, ex.: erros inatos do metabolismo (fenilcetonúria), Síndrome de Williams, esclerose tuberosa, etc.
B. Fatores de Risco e Causas Periantos: os que vão incidir do início do trabalho de parto até o 30º dia de vida do bebê, e podem ser divididos em: Má assistência ao parto e traumas de parto;hipóxia ou anóxia (oxigenação cerebral insuficiente); prematuridade e baixo peso (PIG - Pequeno para idade Gestacional). icterícia grave do recém nascido - kernicterus (incompatibilidade RH/ABO).

C. Fatores de Risco e Causas Pós Natais:
os que vão incidir do 30º dia de vida até o final da adolescência e podem ser: desnutrição, desidratação grave, carência de estimulação global; infecções: meningoencefalites, sarampo, etc. intoxicações exógenas (envenenamento) remédios, inseticidas, produtos químicos (chumbo, mercúrio, etc.); acidentes: trânsito, afogamento, choque elétrico, asfixia, quedas, etc. infestações: neurocisticircose (larva da Taenia Solium).

IDENTIFICAÇÃOAtraso no desenvolvimento neuro-psicomotor (a criança demora em firmar a cabeça, sentar, andar, falar). Dificuldade no aprendizado (dificuldade de compreensão de normas e ordens, dificuldade no aprendizado escolar).
Quem São?
São pessoas que apresentam necessidades próprias e diferentes que requerem atenção específica em virtude de sua condição de deficiência. Genericamente também são chamados de “portadores de necessidades especiais”. São pessoas que apresentam significativas diferenças físicas, sensoriais ou intelectuais, decorrentes de fatores inatos ou adquiridos, de caráter permanente, que acarretam dificuldades em sua interação com o meio físico moral e material.

O que são deficiências ou necessidades especiais?
A expressão "necessidades educativas especiais" refere-se a todas as pessoas cujas necessidades decorrem de sua capacidade ou de suas dificuldades de aprendizagem e têm, portanto, necessidades educativas especiais em algum momento de sua escolarização. São todas as necessidades decorrentes do contexto de vida, particularmente das características da incapacidade, da Pessoa Portadora de Deficiência, que devem ser consideradas para que possa exercer todas a funções, direitos e deveres sociais. Assinala necessidade de garantir determinadas condições para garantia da igualdade de oportunidades. Toda perda ou anormalidade de uma estrutura ou função psicológica, fisiológica ou anatômica que gere incapacidade para o desempenho de atividade, dentro do padrão considerado normal para o ser humano. (Decreto Nº 3298, de 20 de dezembro de 1999)
Segundo dados da Organização Mundial de Saúde - OMS, aproximadamente 10% de qualquer população são portadoras de algum tipo de deficiência. O Brasil possui atualmente cerca de + 180 milhões de habitantes, logo + 18 milhões de pessoas possuem algum tipo de deficiência. Desse total, 50% são portadoras de deficiência mental. O que eles precisam? Elas precisam exatamente das mesmas coisas que qualquer um de nós: dignidade, respeito, liberdade, educação, saúde, lazer, assistência social, trabalho e amparo. Direitos fundamentais e inalienáveis de todos os seres humanos.

Deficiência Mental
- caracteriza-se por registrar um funcionamento intelectual geral significativamente abaixo da média, oriundo do período de desenvolvimento, concomitante com limitações associadas a duas ou mais áreas da conduta adaptativa ou da capacidade do indivíduo em responder adequadamente às demandas da sociedade, nos seguintes aspectos: comunicação e cuidados pessoais, habilidades sociais, desempenho na família e comunidade, independência na locomoção, saúde e segurança, desempenho escolar, lazer e trabalho.

Deficiência Múltipla
- é a associação, no mesmo indivíduo, de duas ou mais deficiências primárias (mental/visual/auditiva/física), com comprometimentos que acarretam atrasos no desenvolvimento global e na capacidade adaptativa.
Quando nos deparamos com um deficiente físico ou mental, ficamos a indagar o porquê de determinadas pessoas encarnarem em corpos enfermos?
Na antiguidade, a humanidade pensava que os indivíduos vinham com essas enfermidades por que os deuses não gostavam deles, assim, seria um castigo imposto por algo indevido que haviam praticado.
Toda enfermidade é um resgate por excessos do pretérito. No livro Deficiente Mental: Por que fui um?, há o seguinte comentário sobre esse assunto: “Temos muitas oportunidades de voltar a Terra em corpos diferentes e que são adequados para o aprendizado necessário. Quando há muito abuso, há o desequilíbrio, e para ter novamente o equilíbrio tem de haver a recuperação. Quando se danifica o corpo perfeito, podemos por aprendizado tê-lo com anormalidades para aprender a dar valor a essa grande oportunidade que é viver por períodos num corpo de carne. Somos o que fizemos, somos o que praticamos e por isso iremos merecer aquilo que fizemos de bom ou de ruim, e as dificuldades que passamos no período da encarnação são lições preciosas”.
Convictos de que o espírito escolhe as provações que experimentará na terra, durante o processo reencarnatório nas esferas superiores, o individuo em plena condição moral dos seus atos, elege automaticamente, para si, grande parte das doenças que lhe incorporam ás preocupações.
Lembramos das decisões lamentáveis, em que assumimos no corpo físico, todos sabemos que a prática do bem é simples dever de praticar o bem, é o único antídoto contra o mal em nós próprios.Entretanto, criamos habitualmente, ás sugestões do mal, favorecendo á instalação de determinadas moléstias no corpo físico. Seja na ingestão de alimentos inadequados, por extravagância á mesa, seja no uso do álcool mesmo moderado, no aborto criminoso e nos abusos sexuais, estabelecemos em nosso prejuízo as síndromes das mais diferentes ordens.
Mantidas tais conexões, surgem freqüentemente os processos obsessivos que, muitas vezes, sem afetarem a razão, nos mantém nos domínios da enfermidade e assim pouco a pouco esterilizam nossas forças e corroem a nossa existência. É servindo ao próximo, serviremos á nos mesmo, lembrando que cada um adquire as doenças que deseja para tormento próprio.
“As ações geram reações semelhantes e sempre produzem choque de retorno, ninguém foge á ação da própria consciência”.
Como fica o espírito do deficiente mental em sua existência?
R: Sabemos que durante alguns momentos o espírito do deficiente, tem períodos de lucidez, afinal não seria justo que o doente não tivesse consciência do seu estado senão para que serviria a sua expiação. Por isso, o espírito sempre terá momentos de lucidez para saber valorizar o novo corpo e em muitos casos o deficiente tem plena certeza do seu estado atual. Durante o sono é que o deficiente mental tem a maior consciência e nitidez em que encontra o seu corpo material, é no momento do sono e dos sonhos que o espírito se desprende parcialmente do corpo e assim esta liberto por alguns momentos.




E a família como fica? Qual o seu papel???R:A família tem um papel fundamental, a expiação não é só do enfermo mas sim de toda a família, o resgate e a regeneração também são para os membros da família, para que todos possam atingir uma conduta moral coletiva, isto é em muitos casos aquele deficiente esta nesta ou naquela condição para que a sua família ou um determinado membro evolua.
Outro fator importante é o convívio a família é o primeiro degrau, é o primeiro grupo social do qual fazemos parte e em segundo lugar a escola é em casa aonde aprendemos as primeiras noções de comportamento e atitudes, portanto, o convívio do deficiente com a família gera a compreensão, afetividade, carinho, companheirismo, união e principalmente que o lar esteja sempre em harmonia. E se possível à prática do evangelho no lar, mudança de atitudes e pensamentos. Na educação é necessário procurar escolas capacitadas e profissionais especializados e treinados, que possam oferecer as mais variadas atividades.
E a obsessão nos casos de deficiência mental???
R: O enfermo por estar mais no estado latente, não tem plena consciência dos seus atos, a ação obsessiva por parte dos desencarnados, contribui para algumas causas; o baixo consumo de oxigênio, a anemia secundária; baixo fluxo sangüíneo e outros distúrbios registrados nos pacientes portadores de deficiência, outra característica da obsessão é a vampirização, ideoplastia, telementalização, hipnose, alienação mental, desajustes temperamentais, conduta irregular. Em alguns casos pode levar o doente até ao autismo (Alienação mental), causando, rigidez, desagregação do pensamento, idéias delirantes, incoerência.

allan portador da deficiência atraso no neuropsicomotor
pratica ESPORTE,frequenta ESCOLA,FESTA,tem uma vida normal
dentro das suas limitações que ele nos supreende a cada dia♥
VEJA NO VIDEO ABAIXO VOCÊ TAMBÉM É CAPAZ!






sexta-feira, 10 de junho de 2011

Inclusão social,em um simples resumo

A questão da inclusão de pessoas portadoras de necessidades especiais em todos os recursos da sociedade ainda é muito incipiente no Brasil. Movimentos nacionais e internacionais têm buscado um consenso para formatar uma política de inclusão de pessoas portadoras de deficiência na escola regular.
Passos fundamental deve ser dada para mudar o quadro de marginalização dessas pessoas, como: alteração da visão social; inclusão escolar; acatamento à legislação vigente; maiores verbas para programas sociais; uso da mídia, da cultura e de novas tecnologias. Cabe a todos os pais com filhos portadores de deficiência lutar junto à sociedade para que a inclusão social dessas pessoas seja uma realidade brasileira no próximo milênio. Hoje, no Brasil, milhares de pessoas com algum tipo de deficiência estão sendo discriminadas nas comunidades em que vivem ou sendo excluídas do mercado de trabalho. O processo de exclusão social de pessoas com deficiência ou alguma necessidade especial é tão antigo quanto à socialização do homem. A inclusão é um direito e tem que ser cumprido, tem que adaptar professores e locais para receber os portadores de deficiência, a sociedade não pode negar o direito da inclusão. E nem ferir o direito de ir e vim é triste ver os nossos deficiente sem uma oportunidade falar de inclusão é dar o direito de cada um ter seu espaço respeitado seja no esporte, na escola, no ramo de trabalho e na vida social!  

domingo, 5 de junho de 2011

O QUE É O AUTISMO?

O autismo é uma alteração cerebral uma desordem que compromete o desenvolvimento psiconeurológico e afeta a capacidade da pessoa se comunicar, compreender e falar, afeta seu convivio social.O autismo infantil é um transtorno do desenvolvimento que manifesta-se antes dos 3 anos de idade, e é mais comum em meninos que em meninas e não necessáriamente é acompanhado de retardo mental pois existem casos de crianças que apresentam inteligência e fala intactas.Existe também o Transtorno Desintegrativo do Desenvolvimento que difere do autismo infantil por evidenciar-se somente depois dos 3 anos de idade, referir-se a um desenvolvimento anormal e prejudicado e não preencher todos os critério de diagnóstico. O autismo atípico surge mais freqüentemente em indivíduos com deficiência mental profunda e em indivíduos com um grave transtorno específico do desenvolvimento da recepção da linguagem.Por ainda não ter uma causa específica definida, é chamado de Síndrome (=conjunto de sintomas) e como em qualquer síndrome o grau de comprometimento pode variar do mais severo ao mais brando e atinge todas as classe sociais, em todo o mundo.Leo Karnner foi o primeiro a classificar o autismo em 1943, logo aós em 1944 Hans Asperger pesquisou e classificou a Síndrome de Asperger, um dos espectros mais conhecidos do Autismo.

HISTÓRIA - CONCEITO DO AUTISMO
Leo Kanner ( Psiquiatra austríaco radicado nos Estados Unidos. Nascido em 13 de junho de 1894, em Klekotow, Áustria e falecido em 4 de abril de 1981 ) e m 1943 publicou a obra que associou seu nome ao autismo “Autistic disturbances of affective contact”, na revsta Nervous Children, número 2, páginas 217-250. Nela estudou e descreveu a condição de 11 crianças consideradas especiais, que tinham em comum “um isolamento extremo desde o início da vida e um desejo obsessivo pela preservação da rotina”, denominando-as de “autistas”.Já existiram muitos questionamentos e hipoteses sobre origem do autismo uma delas era de que os pais poderiam ser culpados pelo extremo isom=lamento da criança, Então 1969 durante a primeira assembelia da National Society for Autistic Children (hoje Autism Society of America - ASA) , Leo Kanner absolve publicamente os pais de serem a causa do desenvolvimento da sindrome autistica em seus filhos. Ele continuou a ocupar-se de crianças com autismo por muito tempo, por isso voltou a sua primeira hipotese de que o autismo é um disturbio inato do desenvolvimento.Em 1972 nos Estados Unidos é reconhecido o programa TEACCH – The Treatment and Education of Autistic and Related Communication Handicapped Children ( em português: Tratamento e Educação para Autistas e Crianças com Déficits Relacionados com a Comunicação) criado por Eric Schopler Professor de psicologia e diretor desse programa da Universidade da Carolina do Norte até 1994. Um dos pontos principais desse método é a colaboração entre equipe educadora e a família.A partir de 1980 com a 3ª edicão do Manual Diagnóstico e Estatístico (DSM III) é introduzido o capitulo dedicado a Distúrbio Generalizado do Desenvolvimento no qual o autismo passa a estar.

SINTOMAS COMUNS
Conforme - ASA ( Autism Society of American). A maioria dos sintomas está presente nos primeiros anos de vida da criança variando em intensidade de mais severo a mais brando.
1. Dificuldade de relacionamento com outras crianças
2. Riso inapropriado
3. Pouco ou nenhum contato visual
4. Não quer ser tocado
5. Isolamento; modos arredios
6. Gira objetos
7. Cheira ou lambe os brinquedos, Inapropriada fixação em objetos
8. Perceptível hiperatividade ou extrema inatividade
9. Ausência de resposta aos métodos normais de ensino
10. Aparente insensibilidade à dor
11. Acessos de raiva - demonstra extrema aflição sem razão aparente
12. Procedimento com poses bizarras (fixar objeto ficando de cócoras; colocar-se de pé numa perna só; impedir a passagem por uma porta, somente liberando-a após tocar de uma determina maneira os alisares)13. Ecolalia (repete palavras ou frases em lugar da linguagem normal)
14. Insistência em repetição, resistência à mudança de rotina
15. Age como se estivesse surdo
16. Dificuldade de comunicação em expressar necessidades - usa gesticular e apontar no lugar de palavras
17. Não tem real noção do perigo
18. Irregular habilidade motora - pode não querer chutar uma bola, mas pode arrumar blocos

ALGUNS ESPECTROS DO AUTISMO
Ao conjunto de determinadas variações, chamamos de Espectro do Autismo, pois somam-se as características autísticas, outras específicas de cada grupo de outros sintomas.Distúrbio Abrangente do Desenvolvimento Autism - High Functioning, Asperger’s Syndrome, PDD, PDD-NOS.\CAUSAS DO AUTISMO A causa específica, ainda é desconhecida mais há várias suspeitas de que pode compreender alguns desses fatores:
•Influência Genética•
Vírus•Toxinas e poluição.
•desordenes metabólicos
•Intolerância inmunologica
•Infecções virais e grandes doses de antibioticos nos primeiros 3 anos.

SOBRE METAIS PESADOS - Uma das possíveis causas.
Os seres vivos necessitam de pequenas quantidades de alguns desses metais, incluindo cobalto, cobre, manganês, molibdênio, vanádio, estrôncio, e zinco, para a realização de funções vitais no organismo. Porém níveis excessivos desses elementos podem ser extremamente tóxicos.
Outros metais pesados como o chumbo e cádmio e o mercúrio já citado antes, não possuem nenhuma função dentro dos organismos e a sua acumulação pode provocar graves doenças, sobretudo nos mamíferos.
Quando lançados como resíduos industriais, na água, no solo ou no ar, esses elementos podem ser absorvidos pelos vegetais e animais das proximidades, provocando graves intoxicações ao longo da cadeia alimentar.
A ingestão, inalação ou absorção pela pele, de metais pesados ou substâncias que componham o mesmo, pode resultar em situações como o autismo, atraso mental, doenças, cansaço ou o sindroma do Golfo.
Porém ainda que sendo apenas uma hipotése , ela não deixa de ter boas bases científicas e hoje os laboratórios começam a abandonar o uso do mercúrio como conservante, em parte devido à pressão da opinião pública.
Mesmo que esse seja o motivo para o autismo não é o único.
Existem diversas substâncias que estamos a acostumados de certo modo e algumas nos são impostas no convívio social como tabaco, poluição (sobretudo os gases de escape dos automóveis e fábricas), álcool, vemos que estamos vivendo num mundo demasiado poluído e que pode agravar toda esta situação.

A Medicina Alternatica Complementar
(CAM), portanto, pode ajudar pessoas com autismo. Ao verificar qual foi o dano causado no organismo (seja no sistema imunológico, alérgias ou outros problemas) e trabalhar na busca de uma solução, existem dietas, tratamentos farmacológicos e terapias que em conjunto podem auxiliar a solucionar ou amenizar situações graves. E todo e qualquer tratamento iniciado precocemente terá melhores resultados.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Inclusão Já – Em defesa do direito à educação inclusiva







O Inclusão Já! foi criado com o objetivo de divulgar informações relevantes sobre a inclusão escolar no país. O acesso e a permanência na escola comum são direitos indisponíveis de todos os cidadãos brasileiros com deficiência, transtorno global do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação (pessoas que são público-alvo da Educação Especial). Isso significa que não cabe a ninguém decidir se elas podem ou não estar em uma escola regular. Trata-se de um direito, garantido inclusive constitucionalmente e pela Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, e este não se discute.
Um país que pensa políticas públicas excludentes, em vez de somar esforços para buscar novas formas de estabelecer e fortalecer uma escola para todos, não tem condições de se configurar como uma nação que respeita seus cidadãos. Tendo isso em vista, as políticas para a educação inclusiva no Brasil foram instituídas nos últimos anos para reverter décadas de exclusão, segregação e supressão dos direitos especificamente das pessoas com deficiência.
Felizmente, o Brasil avançou muito. Em todos os seus municípios, diariamente milhares de alunos com deficiência são matriculados e recebidos por escolas cada vez mais cientes de seu papel na sociedade e na vida dos novos alunos. Por outro lado, todos os dias, nesses mesmos municípios, milhares de familiares também têm suas vidas transformadas: vão substituindo a dúvida, o medo e a preocupação de ter o filho na escola comum pela alegria de saber que seu filho pode aprender e conviver com os demais, que ele é um sujeito de direitos e que a escola regular é seu lugar, sim. A inclusão escolar no Brasil está no caminho certo. E esse caminho é sem volta.
Nosso propósito é fazer deste espaço um ponto de partida para a reflexão, um ponto de referência para os meios de comunicação que querem entender e mostrar a inclusão se consolidando pelo país, um ponto de encontro de professores, familiares e gestores e um ponto de vista novo para aqueles que ainda defendem escolas especiais e a segregação que provocam sob a ilusão do cuidado.
Na seção Conte sua História o internauta é convidado a compartilhar casos de inclusão escolar, com o objetivo de mostrar que a inclusão leva tempo, porque precisa ser construída, mas que é possível. E tem mudado a vida de muita gente.
Inclusão Já!